Assina a petição em defesa da nossa horta.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Sessão do dia 21 de Novembro, Sefirot - Associação Árvore da Vida Comunitária - Portugal


Dia 21 do corrente mês de Novembro encontro em Lisboa, no bairro do Alvito no Teatro Lanterna Mágica. Pelas 20:00 encontram-se os que já conhecem o projecto e pretendem conhecer-se mutuamente. Pelas 21:00 será dado início a uma sessão pública de divulgação e esclarecimentos.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Menos é mais



18 de Novembro
Sexta-feira às 17:00Sábado às 1:00

Travessa do Convento de Jesus, 16 A, 1200-126 Lisboa (próximo ao Parlamento)


17h Mercado de produtos biológicos e comercio justo.
19h Chill out biológico
20h Apresentação da estrura e seus objectivos para a diminuição das alterações climáticas e preservação da biodiversidade.
21h Jantar biológico
22h Tertúlia verde.



terça-feira, 15 de novembro de 2011

E DEPOIS DO MAGUSTO

 
Sábado, 19 de Novembro · 10:00 - 17:00

Horta Comunitária da Damaia
Praceta Luis Verney
Damaia

Depois de uma festa fantástica do magusto de dia 12, este próximo Sábado voltamos as actividades hortícolas, para passo a passo transformar aquele espaço num belo local verde de produtos comestíveis, vamos então por mãos obra, apareçam a vossa ajuda é fundamental


Comunicado Imprensa: Seed Savers australianos inspiram hortelões e agricultores de Portugal a defender as sementes livres


Coimbra, 14 de Novembro 2011 – A Seed Savers Tour concluiu no Domingo passado a sua digressão por Portugal com um curso de introdução à permacultura sob a égide da semente. Com as sementes tradicionais ameaçadas de extinção sob pressão da indústria agro-química e a conivência dos órgãos internacionais e governos dos países da OCDE, mais do que nunca hortelões, hortelãs, agricultores e agricultoras são chamados a retomar a prática milenar de preservar a semente. Nas palavras de Michel Fanton, da Seed Savers Network australiana, que celebra este ano um quarto de século de preservação e troca de sementes tradicionais: "Guardar a semente deve voltar a ser tão natural como respirar".
Durante 10 dias Michel e Jude Fanton partilharam conhecimentos, experiências e histórias sobre sementes e horticultura com mais de 400 horticultores, permacultores e aspirantes, em eventos no Algarve, Alentejo, Lisboa e Coimbra.
No Algarve, a partilha decorreu no “Encontro da Semente”, o evento anual da rede portuguesa de variedades tradicionais, Colher para Semear, tratando-se de um público já desperto para a questão das sementes e variedades tradicionais. O filme dos Seed Savers “As Nossas Sementes”(1) foi recebido com entusiasmo e questões de ordem prática sobre a preservação das sementes e a recuperação do património genético vegetal nacional.
Em Lisboa e em Coimbra, a projecção do filme foi complementada por debates com os Fanton, guardiões e guardiãs de sementes portugueses e representantes da Campanha pelas Sementes Livres, onde ficou claro que preservar a semente, outrora uma prática comum, é hoje um acto político, num clima de crescente apropriação dos recursos genéticos por corporações. Os “hortelões urbanos” vieram também em grande número assistir às oficinas sobre horticultura, preservação e limpeza de sementes, facilitada pelos Seed Savers na Escola Casa Verdes Anos e Horta do Monte, em Lisboa, e no Jardim Botânico de Coimbra. Em todos os eventos organizados no âmbito da digressão pelas sementes livres, a paixão dos Seed Savers australianos pelas sementes tradicionais foi apenas superada pelo interesse insaciável dos participantes.

A experiência de Michel e Jude Fanton demonstra que a preservação de sementes locais, para além dos benefícios para a biodiversidade agrícola, oferece também vantagens de ordem económica e prática para os horticultores: elimina a necessidade de comprar sementes novas todos os anos e evita o recurso a fertilizantes e pesticidas, uma vez que se trata de sementes adaptadas às condições locais. Mas a principal mensagem deixada pelos Seed Savers em Portugal é que recolher e preservar sementes é fácil e acessível a qualquer pessoa: num simples passeio pela horta, jardim ou bosque podemos recolher uma grande variedade de sementes, bastando estar atento, como é o caso dos Seed Savers, que andam sempre com sementes nos bolsos.
No entanto, segundo Michel Fanton: "É preciso salvar o agricultor ainda antes de salvar a semente". O agricultor tradicional está em extinção, por isso, mais do que tentar conservar variedades raras em jardins ou bancos de germoplasma, devemos focar em retomar em grande escala a agricultura de pequena escala. É essencial semear, colher e voltar a semear, partilhando livremente as nossas sementes juntamente com os conhecimentos agrícolas, culturais e gastronómicos que lhes estão associados. “O melhor banco de sementes continua a ser a própria terra”, afirma Michel Fanton.
A Seed Savers Tour teve como pano de fundo a polémica das patentes sobre a vida, alimentada pela decisão recente do Instituto Europeu de Patentes de não revogar as contestadas patentes sobre bróculo e tomate. Entretanto, no dia 8 de Novembro, o Instituto deu um sinal positivo, remetendo a patente concedida ao Estado de Israel sobre um tomate que seca na rama (2), para o “Enlarged Board of Appeal”, que deve agora tomar uma decisão de princípio sobre a patenteabilidade de animais e plantas.
A Campanha europeia pelas Sementes Livres, que organizou a digressão dos Seed Savers com a ajuda dos colectivos, associações, ONGs, produtores agrícolas e permacultores que subscrevem a campanha (3), visa inverter o rumo da agricultura na Europa, onde os modos de produção intensivos se sobrepõem cada vez mais à agricultura tradicional e de pequena escala e onde as variedades agrícolas e as próprias sementes, a base da vida, estão a ser retiradas da esfera comum e entregues nas mãos de multinacionais do agro-negócio.

Para mais informações:
Lanka Horstink – coordenadora da Campanha pelas Sementes Livres em Portugal sementeslivres@gaia.org.pt
Site da Campanha pelas Sementes Livres:  
http://www.sosementes.gaia.org.pt/
Site da Seed Savers Network:
http://www.seedsavers.net/

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Transgénicos a falhar


A história infantil do rei vai nu serve como título ao mais recente relatório publicado sobre as consequências do uso de transgénicos no mundo. Divulgado no final de Outubro, o relatório de 250 páginas analisa a influência do cultivo de transgénicos sobre o ambiente e a presença das maiores empresa mundiais do sector. E a conclusão é que o rei vai mesmo nu embora ninguém o diga.
Segundo o relatório do Global Citizens Network, a promessa de que os produtos geneticamente modificados iriam alimentar o mundo em poucos anos, está muito longe de acontecer e, nas duas décadas de comercialização dos produtos, o único que se conseguiu foi o desenvolver de tolerância aos herbicidas e resistência dos insectos. São muitos milhões de dólares investidos em culturas que ficaram muito aquém das metas de produção.
Mais ervas daninhas
Insectos mais resistentes, ervas daninhas que crescem cada vez mais entre as plantações, pestes antes desconhecidas, são alguns dos riscos apontados. Da Índia à Argentina não se está a reduzir a utilização de pesticidas através dos transgénicos, uma vez que estas culturas necessitam uma utilização crescente de químicos sintéticos.
A China tem culturas de arroz e milho transgénico no país e é um dos maiores produtores de algodão geneticamente modificado. No Congresso do governo em Março, o ministro da Agricultura avisou que era preciso criar uma maior supervisão sobre estas culturas.
Em 2010 a China tinha 3,5 milhões de hectares de culturas geneticamente modificadas, sendo o sexto país mundial com maior área plantada de transgénicos, segundo dados do Instituto Chinês de Agricultura Biotecnológica. A maior parte da área cultivada é de algodão, o que representa 3,3 milhões de hectares. A seguir na lista surgem as papaias, os tomates e as malaguetas. O ministério da Agricultura chinês certifica estas culturas mas a organização Greenpeace alertou para outras plantações de transgénicos existentes que não estão permitidas a nível governamental e que podem representar um risco.
O relatório publicado como resultado de um trabalho de várias organizações diferentes é uma mensagem de alerta sobre o que devia mas não está a acontecer. A erosão dos solos continua a suceder e o risco de super-pestes é uma realidade.
No mundo mais de mil milhões de pessoas continuam a passar fome. A segurança alimentar prometida não chegou a quem precisa em parte porque os transgénicos, de acordo com o relatório, estão a alimentar animais e carros. Uma grande maioria das culturas está a ser dirigida para a produção de biocombustíveis num modelo económico muito mais rentável do que se dirigido às populações ameaçadas pela fome.
Há comida para todos
A investigação publicada assegura que há comida para todos no mundo. Apenas que a distribuição não funciona com este modelo que assenta num mercado global e na importação e exportação. As tecnologias exportadas para o cultivo de transgénicos são muito caras e difíceis de manter. Por outro lado, retiram o acesso à terra que de outra maneira podia ser usada para o cultivo orgânico com métodos simples e acessíveis.
O poder de lobby que as maiores empresas de transgénicos exercem sobre os governos é apontado como uma das razões para o “sucesso” aparente do modelo. Em vários países as campanhas de grupos de activistas contra a utilização de transgénicos são ignoradas pelos governos que se justificam com as forças do mercado.
Além do risco existente na falta de variedade de culturas, as sementes geneticamente modificadas estão a entrar ilegalmente em muitos países. E o relatório acusa as maiores companhias mundiais de não assumirem consequências quando as plantações não chegam às altas metas de resultados anunciados. “O problema da agricultura deve ser resolvido nas terras e não em laboratórios”, diz o relatório.
Na União Europeia, este ano, apenas três países seguiram em frente com plantações de transgénicos. Em primeiro lugar surge Espanha com 70 mil hectares plantados, a maior área da União Europeia, seguida da República Checa com 3000 hectares e Portugal com quinhentos hectares.
Ao contrário dos Estados Unidos, casa da maior empresa do sector, a norte-americana Monsanto, o cultivo de transgénicos na Europa tem sido mal recebido e a legislação exige a identificação clara de todo os produtos importados. A recusa da população em geral está hoje nos setenta por cento mas, o relatório diz que continuam a ser encomendados estudos para provar o carácter inofensivo dos produtos geneticamente modificados.
A apontar vários mitos sobre a biotecnologia, o relatório finaliza com vozes da ciência, especialistas que mostram que os riscos continuam a ser muito mais altos que o retorno que o cultivo dos organismos geneticamente modificados pode trazer ao mundo. E na voz dos especialistas em ciência a tentativa erro não pode continuar a ser feita com experiências sobre o meio ambiente e as pessoas. O que se dizia há 20 anos já se provou não ser verdade. Para os activistas chegou o tempo de parar.

http://hojemacau.com.mo/?p=23751&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=transgenicos-a-falhar

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Oficina de Produtos de Limpeza Ecológicos


Já alguma vez tinha pensado em fazer o seu produto de limpeza em casa?
Muitos dos materiais que precisa já tem em casa.
Quando faz o seu próprio produto de limpeza em casa, tem a vantagem de saber exactamente os ingredientes que estes têm, alem de ser bastante económico.
A aula vai ser pratica com a confecção de:
  • Vários tipos de detergentes e desinfectantes e as varias maneiras de serem aplicados.
  • Limpezas de fogão e placas de vitrocerâmica
  • Lixívia de cinzas
  • Produtos para remover nódoas
  • Confecção de sabão

Os produtos que vamos aprender a fazer são biodegradáveis para limpeza doméstica e trabalham com o equilíbrio ecológico e a sustentabilidade ambiental.
Oferta de sabão caseiro

Inscrições:  quinta7nomes@gmail.com
http://www.quinta7nomes.com/

Contribuição: 20€ sócios / 25€ não sócios

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Sílvia da floresta
http://dasementearvore.blogspot.com/

                                                      

Sáb, 26 de Novembro, 15:30 – 17:30

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Magusto dia 12-11-2011



Horta Comunitária da damaia
Praceta Luis Verney



Sábado, 12 de Novembro · 15H30

O S. Martinho é na Horta Comunitária da Damaia, no Sábado dia 12 de Novembro, com castanha e Vinho e Agua pé! Vamos recolher donativos para a formação da Associação "Horta Comunitária da Damaia".
Apareçam e contribuam para esta causa!
Traga o que quiser, contribua com o que puder!
Faça deste vosso local, cada vez mais vosso!