Quer aprender a fazer pão?
Familiar, vamos espalhar a palavra que o forno está funcionando aos Domingos.
As contribuições recolhidas para cobrir o custo dos ingredientes básicos e madeira.
Você também pode trazer algo para partilhar com os outros.
Regueirão dos Anjos 69, perto a Metro Anjos
http://mundo-civilizado.blogspot.com/2012/02/pizza-e-mandolino.html
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Acampamento Actua pelo Tua de 10 de Março de 2012 às 9:00 até Domingo, 18 de Março de 2012 às 19:30
Caras amigas e amigos Entramos na fase crítica para podermos travar uma das maiores atrocidades cometidas num dos mais belos rios de Portugal. Esta é uma luta que já dura há vários anos, contudo todos os esforços que têm sido feitos para preservar o Vale do Tua, a sua ri...queza natural e cultural, têm sido contrariados pelas forças políticas e económicas que querem expropriar-nos de um bem comum universal. A construção da barragem já começou! O Vale do Tua faz parte do Alto Douro Vinhateiro – Património Mundial da Humanidade que celebrou o 10° aniversário da classificação atribuída pela Unesco em Dezembro passado – e vê-se agora em risco de ser completamente destruído. Temos de agir. Temos de nos unir para preservar um Património que é nosso. A construção da Barragem em Foz-Tua faz parte do Plano Nacional de Barragens, um plano energético concebido pelo Governo deposto que promulgou a construção de 10 Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico no país. Muitas das organizações da sociedade civil insurgiu-se contra este plano, que dá forma ao maior atentado ambiental a acontecer em Portugal. Apesar de todo o esforço feito por estas organizações, os interesses económicos que estão por detrás das construções das barragens têm ultrapassado todos os entraves colocados. Precisamos de todo o apoio possível para parar a construção da barragem de Foz-Tua por isso apelamos à mobilização de todos para a defesa, preservação e valorização do nosso Património!!! O dia 14 de Março é o Dia Internacional de Acção pelos Rios. O rio Tua, o rio Sabor, o rio Tâmega, os rios ameaçados não podem ser esquecidos. Queremos assinalar este dia com um evento em que a nossa voz se faça ouvir. Do dia 10 ao dia 18 de Março iremos organizar um acampamento pela preservação do Vale do Tua e pela censura pública dos promotores deste empreendimento. Actua pelo Tua: o acampamento Este acampamento pretende reflectir sobre o momento actual que vive Trás-os-Montes e, em especial, a Linha do Tua e ao mesmo tempo, partilhar a realidade, a cultura de uma comunidade que há muitos anos sente e vive o Vale do Tua. O acampamento será também uma ocasião para criar redes entre as pessoas, fortalecendo a aprendizagem entre todos e todas: a troca de experiências e difusão de informação sobre questões ambientais, sociais e políticas. Será também um espaço para acções de protesto, junto aos locais e com as pessoas afectadas pela construção da barragem, para exigir a suspensão imediata dos trabalhos de construção. Não podemos permitir que a construção da barragem condene a Região do Vale do Tua com a desclassificação do Alto Douro Vinhateiro e a submersão da centenária Linha do Tua.Caminhemos juntos contra a construção da Barragem da EDP! Os danos irreversíveis Os impactos que a construção da barragem vai provocar são inúmeros e irreversíveis. Entre eles contam-se: •o afogamento de uma linha de comboio com 125 anos, que tem a função de servir as populações locais ao nível de transporte de bens e pessoas, como tem também um potencial turístico enorme, e por isso de importante desenvolvimento económico e social; •a hipoteca causada a todas as gerações futuras pela construção da barragem: o PNB está previsto custar 16 mil milhões de euros ao Estado e ter uma produção de 0,07% que subtraindo os custos de produção e de transporte de energia e o aumento anual do consumo de energia é praticamente nulo; •as grandes barragens destroem irreversivelmente os solos agrícolas, os ecossistemas, as paisagens naturais e humanizadas, o património cultural, ou seja, a sustentabilidade social, ecológica, económica da região envolvente; •o Ministério da Economia e Emprego e o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, autorizaram à EDP o abate de mais de 1104 sobreiros e 4134 azinheiras em povoamentos e núcleos de valor ecológico elevado no Vale do Tua; •a desclassificação do ALTO DOURO VINHATEIRO – Património da Humanidade (ver relatório da ICOMOS sobre os impactos da barragem da EDP na Paisagem Cultural do Douro Vinhateiro, classificada como Património Mundial pela UNESCO); •a perda incomensurável de fluxo turístico, de identidade cultural e de criação de riqueza na Região; •a violação da Directiva Quadro da Água, um plano de acção da Comunidade Europeia para a protecção das águas. Todas as mãos são bem-vindas! Não deixemos afundar o Vale do Tua! Acampamento Actua 10 a 18 Março 2012 Foz-Tua Concurso de Artes Actua pelo Tua // Exposição 14 Março // Inscrições Abertas Contacto: acampamentoactua@gmail.com |
CASAVIVA solidarios com a Es.Col.A da fontinha
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*de cidadania
Solidários com Es.Col.A do Alto da Fontinha
A Câmara do Porto quer despejar, no fim de Março, o projecto de uma comunidade que, pelas suas mãos, recupera e desenvolve um equipamento público abandonado, transformando-o num centro de convívio e lazer, educação, discussão, pensamento, criação, transparência, entreajuda e liberdade do bairro para o bairro! Curiosamente, trata-se de um edifício tutelado por um pelouro que dá pelo nome de Conhecimento e Coesão Social. Parece absurdo mas é real.
Haverá melhor forma de destruir o tecido urbano e expulsar do seu Lugar a população autóctone com menos recursos e sem pleno conhecimento dos seus direitos do que encerrar infraestruturas locais, uma a uma, para, no seu lugar, construir equipamentos que em pouco ou nada criam vínculos com essa população, apenas com o resto da cidade? O desenraizamento precedido do abandono da autarquia pelo Lugar, ano após ano, leva à desagregação, desunião e fraqueza da população dos bairros. Para a opinião pública, através dos media, o município abana a cenoura de uma casa novinha em folha, construída para melhorar o bem estar do morador, só que em Marte, longe da mercearia onde cresceu e envelheceu, longe dos vizinhos que conheceu, sempre para outro local onde as mesmas políticas pretendem resultados semelhantes.
Tal como o rio naturalmente desagua no mar, uma presidência eleita pelo povo para gerir uma cidade em prol do seu bem estar, produto de quem ainda reconhece democracia na palavra Democracia, revela-se num terrorismo urbanístico que alastra do Aleixo à Fontinha. Perante a passividade da esmagadora maioria desse mesmo povo, fecha escolas, infantários, parques infantis, centros sociais, porque têm poucos alunos, porque o investimento não se justifica, porque o pensamento livre incomoda. Mas na Es.Col.A do Alto da Fontinha, em pleno centro do Porto, nunca faltaram alunos e professores de todas as idades a quebrar o isolamento, a reaprenderem a viver unidos numa comunidade horizontal e verdadeiramente justa.
A luta pela Es.Col.A precisa da solidariedade de todos os que não dividem um povo em cidadãos de primeira e de segunda, os que, com o seu olhar sem fronteiras, percebem os interesses imobiliários que estão por detrás, justificados a bem de "receitas para uma cidade melhor", a bem da sua "internacionalização''. Chavões que ironicamente se aplicam à própria Es.Col.A, que se tornou internacional e é tida como um bom exemplo de vida e atitude comunitária, a cidade real e humana.
Indignada com tudo isto, a CasaViva lança aqui o apelo à união, à divulgação, à participação, ao envolvimento e enriquecimento pessoal nesta experiência cujo futuro também depende do teu apoio! Porque é também aqui que se joga a possibilidade de, passo a passo, irmos construindo um mundo decente nos escombros do que vamos, no mesmo processo, tornando obsoleto. E porque, enfim, é já tarde para deixar bem claro que nenhum poder pode decretar o fim do sonho.
Haverá melhor forma de destruir o tecido urbano e expulsar do seu Lugar a população autóctone com menos recursos e sem pleno conhecimento dos seus direitos do que encerrar infraestruturas locais, uma a uma, para, no seu lugar, construir equipamentos que em pouco ou nada criam vínculos com essa população, apenas com o resto da cidade? O desenraizamento precedido do abandono da autarquia pelo Lugar, ano após ano, leva à desagregação, desunião e fraqueza da população dos bairros. Para a opinião pública, através dos media, o município abana a cenoura de uma casa novinha em folha, construída para melhorar o bem estar do morador, só que em Marte, longe da mercearia onde cresceu e envelheceu, longe dos vizinhos que conheceu, sempre para outro local onde as mesmas políticas pretendem resultados semelhantes.
Tal como o rio naturalmente desagua no mar, uma presidência eleita pelo povo para gerir uma cidade em prol do seu bem estar, produto de quem ainda reconhece democracia na palavra Democracia, revela-se num terrorismo urbanístico que alastra do Aleixo à Fontinha. Perante a passividade da esmagadora maioria desse mesmo povo, fecha escolas, infantários, parques infantis, centros sociais, porque têm poucos alunos, porque o investimento não se justifica, porque o pensamento livre incomoda. Mas na Es.Col.A do Alto da Fontinha, em pleno centro do Porto, nunca faltaram alunos e professores de todas as idades a quebrar o isolamento, a reaprenderem a viver unidos numa comunidade horizontal e verdadeiramente justa.
A luta pela Es.Col.A precisa da solidariedade de todos os que não dividem um povo em cidadãos de primeira e de segunda, os que, com o seu olhar sem fronteiras, percebem os interesses imobiliários que estão por detrás, justificados a bem de "receitas para uma cidade melhor", a bem da sua "internacionalização''. Chavões que ironicamente se aplicam à própria Es.Col.A, que se tornou internacional e é tida como um bom exemplo de vida e atitude comunitária, a cidade real e humana.
Indignada com tudo isto, a CasaViva lança aqui o apelo à união, à divulgação, à participação, ao envolvimento e enriquecimento pessoal nesta experiência cujo futuro também depende do teu apoio! Porque é também aqui que se joga a possibilidade de, passo a passo, irmos construindo um mundo decente nos escombros do que vamos, no mesmo processo, tornando obsoleto. E porque, enfim, é já tarde para deixar bem claro que nenhum poder pode decretar o fim do sonho.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
RDA69 Forno da lenha comunitário aos Domingos, Pão, Pizza, Brunch!
Domingos, acenda o forno para fazer pão, pizzas, deixe a sua criatividade nos inspiram!
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Rede das Hortas pela Diversidade
A Rede das Hortas pela Diversidade nasce no seio da Campanha Europeia pelas Sementes Livres, como o seu braço prático.
Para além do importante trabalho de sensibilização da população para a questão da privatização das sementes e das formas de vida e do lóbi junto de governos e organismos internacionais, a luta do movimento europeu pela libertação das sementes também tem que ser travada no campo, recuperando a prática milenar de preservar e trocar sementes.
Por esse motivo a Campanha propõe ligar em rede todas as hortas que promovam princípios de preservação do ecossistema, da defesa das sementes tradicionais e da agrobiodiversidade e ainda a colaboração e solidariedade entre hortelões. As Hortas pela Diversidade propõem-se a trocar informação, sementes e conhecimentos entre hortas dentro e fora da rede, a organizar eventos e oficinas em torno das temáticas da alimentação, variedades tradicionais, gastronomia local, agrobiodiversidade e soberania alimentar e a ajudar a promover os princípios da Rede e os pedidos da Campanha pelas Sementes Livres.
CARTA DE PRINCÍPIOS DAS HORTAS PELA DIVERSIDADE
As Hortas signatárias comprometem-se a:
Ver as hortas que já aderiram
Por esse motivo a Campanha propõe ligar em rede todas as hortas que promovam princípios de preservação do ecossistema, da defesa das sementes tradicionais e da agrobiodiversidade e ainda a colaboração e solidariedade entre hortelões. As Hortas pela Diversidade propõem-se a trocar informação, sementes e conhecimentos entre hortas dentro e fora da rede, a organizar eventos e oficinas em torno das temáticas da alimentação, variedades tradicionais, gastronomia local, agrobiodiversidade e soberania alimentar e a ajudar a promover os princípios da Rede e os pedidos da Campanha pelas Sementes Livres.
CARTA DE PRINCÍPIOS DAS HORTAS PELA DIVERSIDADE
As Hortas signatárias comprometem-se a:
- promover o cultivo de comida sem OGM e sem sementes patenteadas e/ou híbridas;
- apoiar activamente a preservação, cultivo e troca de sementes, nomeadamente sementes tradicionais;
- aumentar a biodiversidade no ecossistema onde a horta se insere;
- promover processos de participação transparentes no funcionamento das hortas e o envolvimento da população local;
- divulgar a Campanha pelas Sementes Livres e os seus materiais, organizar oficinas, trocas de sementes ou outras iniciativas dentro da temática;
- produzir comida nutritiva e apropriada, proporcionando a potencial redução das despesas familiares com alimentos frescos sãos;
- aumentar a fertilidade dos solos;
- promover o sentimento de comunidade entre as pessoas que participam em hortas através do desenvolvimento de actividades nas hortas desta Rede.
Ver as hortas que já aderiram
domingo, 12 de fevereiro de 2012
18 de Fev (Sáb) exibição do documentário "Pare, Escute, Olhe" e debate "Plano Nacional de Barragens!Que Custos?Que Beneficios?
Há um plano de construir 9 novas barragens em Portugal, sacrificando mais 9 rios, emparedando-os e apropriando-se dos mesmos, em prol de de reduzir a dependência energética externa do país.
As consequências da construção destas novas 9 barragens são várias desde, inquinar a água destes rios, destruir terrenos agrícolas e ecossistemas, destruir modos de viver das comunidades locais, não serem uma solução sustentável para o aumento do consumo energético de ano para ano (quantos mais rios teremos que emparedar (e quantos ainda podemos emparedar?) até, serem uma solução economicamente insustentável para a energia total que podem produzir....
Os encargos totais a pagar por todos nós com a construção destas barragens chegará aos 15 mil milhões de euros.
Uma das barragens desse plano é a barragem no rio Tua. No caso da construção desta barragem terá ainda outras implicações como, "afogar" uma linha de comboio com 125 anos e com elevadíssimo potencial de desenvolvimento social e económico para as comunidades locais. Recentemente a Icosmos/Unesco lançou um relatório em que afirma "a construção da barragem no rio Tua significaria um impacto muito grande na Região do Alto Douro Património Mundial que implicaria a perda do VEU (Valor Excepcional Universal) e sérias ameaças à sua autenticidade e integridade".
Para alguns há que construir barragens a todo o custo para "animar a economia do país". Para outros a apropriação e exploração de recursos, a destruição de modos de viver de comunidades, aumentando os lucros de alguns e hipotecando o futuro de outros não pode ser concretizado a todo o custo.
No próximo dia 18 de Fevereiro (Sábado) o 2aoQuadrado Bar (Rua João de Deus nº 70, 2710-579, perto da estação de comboio de Sintra) irá exibir o documentário "Pare, Escute, Olhe" de Jorge Pelicano (às 16h). Em seguida haverá um debate com o tema "Plano Nacional de Barragens. Que Custos? Que Benefícios" com a presença de Pedro Ventura (arqueólogo, consultor da UNESCO entre 2000 e 2009 e actualmente vereador substituto da CDU na Câmara Municipal de Sintra), Rosa Silva (Jornalista e assistente de realização do Filme "Pare, escute e olhe") e Tiago Carvalho (Eng. do Ambiente e investigador na área da estética da paisagem).
Aparece!
http://gaia.org.pt/node/16214
As consequências da construção destas novas 9 barragens são várias desde, inquinar a água destes rios, destruir terrenos agrícolas e ecossistemas, destruir modos de viver das comunidades locais, não serem uma solução sustentável para o aumento do consumo energético de ano para ano (quantos mais rios teremos que emparedar (e quantos ainda podemos emparedar?) até, serem uma solução economicamente insustentável para a energia total que podem produzir....
Os encargos totais a pagar por todos nós com a construção destas barragens chegará aos 15 mil milhões de euros.
Uma das barragens desse plano é a barragem no rio Tua. No caso da construção desta barragem terá ainda outras implicações como, "afogar" uma linha de comboio com 125 anos e com elevadíssimo potencial de desenvolvimento social e económico para as comunidades locais. Recentemente a Icosmos/Unesco lançou um relatório em que afirma "a construção da barragem no rio Tua significaria um impacto muito grande na Região do Alto Douro Património Mundial que implicaria a perda do VEU (Valor Excepcional Universal) e sérias ameaças à sua autenticidade e integridade".
Para alguns há que construir barragens a todo o custo para "animar a economia do país". Para outros a apropriação e exploração de recursos, a destruição de modos de viver de comunidades, aumentando os lucros de alguns e hipotecando o futuro de outros não pode ser concretizado a todo o custo.
No próximo dia 18 de Fevereiro (Sábado) o 2aoQuadrado Bar (Rua João de Deus nº 70, 2710-579, perto da estação de comboio de Sintra) irá exibir o documentário "Pare, Escute, Olhe" de Jorge Pelicano (às 16h). Em seguida haverá um debate com o tema "Plano Nacional de Barragens. Que Custos? Que Benefícios" com a presença de Pedro Ventura (arqueólogo, consultor da UNESCO entre 2000 e 2009 e actualmente vereador substituto da CDU na Câmara Municipal de Sintra), Rosa Silva (Jornalista e assistente de realização do Filme "Pare, escute e olhe") e Tiago Carvalho (Eng. do Ambiente e investigador na área da estética da paisagem).
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http://gaia.org.pt/node/16214
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