Jantar popular do GAIA - 23 Fev - “Actua - Acampamento pelo Tua”
O próximo jantar popular será sobre o Actua - Acampamento pelo Tua que será entre os dias 10 e 18 de Março em Foz-Tua para parar a construção da barragem da EDP. O acampamento conta a participação e organização de todis para se realizar. A preparação/organização/participação no acampamento vai desde a presença de pessoas no local, a organização de boleias para viajar até Foz-Tua, organizar e preparar as refeições, organizar o programa do acampamento, até algum apoio monetário. Apareces? Não faltes, organizemo-nos!
O jantar popular desta semana é benefit para o Actua!
Vem ao jantar popular! Vem ao acampamento "Actua - Acampamento pelo Tua".
Para mais informações sobre o acampamento: http://acampamentoactua.wordpress.com/.
O Jantar é servido às 20h, no RDA 69 (Rua Regueirão dos Anjos, nº 69).
A partir das 16h vamos estar a cozinhar, todas as mãos são bem-vindas!
Podes fazer donativos para o acampamento através da conta:
NIB 0035 0730 00035756103 54
Descrição da transferência: AcampamentoTua
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O que é o jantar Popular:
O Jantar é servido às 20h, no RDA 69 (Rua Regueirão dos Anjos, nº 69). A conversa começa às 21h30.
A partir das 16h vamos estar a cozinhar, todas as mãos são bem-vindas!
O que é o Jantar Popular?
- Um Jantar comunitário vegano e livre de transgénicos que se realiza todas as Quintas-feiras no Regueirão dos Anjos nº69;
- Uma iniciativa inteiramente auto-gerida por voluntários. Para colaborar, cozinhar, montar a sala basta aparecer a uma Quinta-feira a partir das 16h.
- Um projecto autónomo e auto-sustentável. As receitas do Jantar Popular representam o fundo de maneio do Centro Social do GAIA que mantém assim a sua autonomia.
- Um jantar onde ninguém fica sem comer por não ter moedas e onde quem ajuda não paga.
A contribuição sugerida são 3€.
GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental
http://gaia.org.pt/
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Acampamento Actua pelo Tua de 10 de Março de 2012 às 9:00 até Domingo, 18 de Março de 2012 às 19:30
Caras amigas e amigos Entramos na fase crítica para podermos travar uma das maiores atrocidades cometidas num dos mais belos rios de Portugal. Esta é uma luta que já dura há vários anos, contudo todos os esforços que têm sido feitos para preservar o Vale do Tua, a sua ri...queza natural e cultural, têm sido contrariados pelas forças políticas e económicas que querem expropriar-nos de um bem comum universal. A construção da barragem já começou! O Vale do Tua faz parte do Alto Douro Vinhateiro – Património Mundial da Humanidade que celebrou o 10° aniversário da classificação atribuída pela Unesco em Dezembro passado – e vê-se agora em risco de ser completamente destruído. Temos de agir. Temos de nos unir para preservar um Património que é nosso. A construção da Barragem em Foz-Tua faz parte do Plano Nacional de Barragens, um plano energético concebido pelo Governo deposto que promulgou a construção de 10 Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico no país. Muitas das organizações da sociedade civil insurgiu-se contra este plano, que dá forma ao maior atentado ambiental a acontecer em Portugal. Apesar de todo o esforço feito por estas organizações, os interesses económicos que estão por detrás das construções das barragens têm ultrapassado todos os entraves colocados. Precisamos de todo o apoio possível para parar a construção da barragem de Foz-Tua por isso apelamos à mobilização de todos para a defesa, preservação e valorização do nosso Património!!! O dia 14 de Março é o Dia Internacional de Acção pelos Rios. O rio Tua, o rio Sabor, o rio Tâmega, os rios ameaçados não podem ser esquecidos. Queremos assinalar este dia com um evento em que a nossa voz se faça ouvir. Do dia 10 ao dia 18 de Março iremos organizar um acampamento pela preservação do Vale do Tua e pela censura pública dos promotores deste empreendimento. Actua pelo Tua: o acampamento Este acampamento pretende reflectir sobre o momento actual que vive Trás-os-Montes e, em especial, a Linha do Tua e ao mesmo tempo, partilhar a realidade, a cultura de uma comunidade que há muitos anos sente e vive o Vale do Tua. O acampamento será também uma ocasião para criar redes entre as pessoas, fortalecendo a aprendizagem entre todos e todas: a troca de experiências e difusão de informação sobre questões ambientais, sociais e políticas. Será também um espaço para acções de protesto, junto aos locais e com as pessoas afectadas pela construção da barragem, para exigir a suspensão imediata dos trabalhos de construção. Não podemos permitir que a construção da barragem condene a Região do Vale do Tua com a desclassificação do Alto Douro Vinhateiro e a submersão da centenária Linha do Tua.Caminhemos juntos contra a construção da Barragem da EDP! Os danos irreversíveis Os impactos que a construção da barragem vai provocar são inúmeros e irreversíveis. Entre eles contam-se: •o afogamento de uma linha de comboio com 125 anos, que tem a função de servir as populações locais ao nível de transporte de bens e pessoas, como tem também um potencial turístico enorme, e por isso de importante desenvolvimento económico e social; •a hipoteca causada a todas as gerações futuras pela construção da barragem: o PNB está previsto custar 16 mil milhões de euros ao Estado e ter uma produção de 0,07% que subtraindo os custos de produção e de transporte de energia e o aumento anual do consumo de energia é praticamente nulo; •as grandes barragens destroem irreversivelmente os solos agrícolas, os ecossistemas, as paisagens naturais e humanizadas, o património cultural, ou seja, a sustentabilidade social, ecológica, económica da região envolvente; •o Ministério da Economia e Emprego e o Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, autorizaram à EDP o abate de mais de 1104 sobreiros e 4134 azinheiras em povoamentos e núcleos de valor ecológico elevado no Vale do Tua; •a desclassificação do ALTO DOURO VINHATEIRO – Património da Humanidade (ver relatório da ICOMOS sobre os impactos da barragem da EDP na Paisagem Cultural do Douro Vinhateiro, classificada como Património Mundial pela UNESCO); •a perda incomensurável de fluxo turístico, de identidade cultural e de criação de riqueza na Região; •a violação da Directiva Quadro da Água, um plano de acção da Comunidade Europeia para a protecção das águas. Todas as mãos são bem-vindas! Não deixemos afundar o Vale do Tua! Acampamento Actua 10 a 18 Março 2012 Foz-Tua Concurso de Artes Actua pelo Tua // Exposição 14 Março // Inscrições Abertas Contacto: acampamentoactua@gmail.com |
CASAVIVA solidarios com a Es.Col.A da fontinha
espaço temporário*multicultural*interventivo*gratuito*sem fronteiras*sem rosto*experimental*revoltado*de cidadania
Solidários com Es.Col.A do Alto da Fontinha
A Câmara do Porto quer despejar, no fim de Março, o projecto de uma comunidade que, pelas suas mãos, recupera e desenvolve um equipamento público abandonado, transformando-o num centro de convívio e lazer, educação, discussão, pensamento, criação, transparência, entreajuda e liberdade do bairro para o bairro! Curiosamente, trata-se de um edifício tutelado por um pelouro que dá pelo nome de Conhecimento e Coesão Social. Parece absurdo mas é real.
Haverá melhor forma de destruir o tecido urbano e expulsar do seu Lugar a população autóctone com menos recursos e sem pleno conhecimento dos seus direitos do que encerrar infraestruturas locais, uma a uma, para, no seu lugar, construir equipamentos que em pouco ou nada criam vínculos com essa população, apenas com o resto da cidade? O desenraizamento precedido do abandono da autarquia pelo Lugar, ano após ano, leva à desagregação, desunião e fraqueza da população dos bairros. Para a opinião pública, através dos media, o município abana a cenoura de uma casa novinha em folha, construída para melhorar o bem estar do morador, só que em Marte, longe da mercearia onde cresceu e envelheceu, longe dos vizinhos que conheceu, sempre para outro local onde as mesmas políticas pretendem resultados semelhantes.
Tal como o rio naturalmente desagua no mar, uma presidência eleita pelo povo para gerir uma cidade em prol do seu bem estar, produto de quem ainda reconhece democracia na palavra Democracia, revela-se num terrorismo urbanístico que alastra do Aleixo à Fontinha. Perante a passividade da esmagadora maioria desse mesmo povo, fecha escolas, infantários, parques infantis, centros sociais, porque têm poucos alunos, porque o investimento não se justifica, porque o pensamento livre incomoda. Mas na Es.Col.A do Alto da Fontinha, em pleno centro do Porto, nunca faltaram alunos e professores de todas as idades a quebrar o isolamento, a reaprenderem a viver unidos numa comunidade horizontal e verdadeiramente justa.
A luta pela Es.Col.A precisa da solidariedade de todos os que não dividem um povo em cidadãos de primeira e de segunda, os que, com o seu olhar sem fronteiras, percebem os interesses imobiliários que estão por detrás, justificados a bem de "receitas para uma cidade melhor", a bem da sua "internacionalização''. Chavões que ironicamente se aplicam à própria Es.Col.A, que se tornou internacional e é tida como um bom exemplo de vida e atitude comunitária, a cidade real e humana.
Indignada com tudo isto, a CasaViva lança aqui o apelo à união, à divulgação, à participação, ao envolvimento e enriquecimento pessoal nesta experiência cujo futuro também depende do teu apoio! Porque é também aqui que se joga a possibilidade de, passo a passo, irmos construindo um mundo decente nos escombros do que vamos, no mesmo processo, tornando obsoleto. E porque, enfim, é já tarde para deixar bem claro que nenhum poder pode decretar o fim do sonho.
Haverá melhor forma de destruir o tecido urbano e expulsar do seu Lugar a população autóctone com menos recursos e sem pleno conhecimento dos seus direitos do que encerrar infraestruturas locais, uma a uma, para, no seu lugar, construir equipamentos que em pouco ou nada criam vínculos com essa população, apenas com o resto da cidade? O desenraizamento precedido do abandono da autarquia pelo Lugar, ano após ano, leva à desagregação, desunião e fraqueza da população dos bairros. Para a opinião pública, através dos media, o município abana a cenoura de uma casa novinha em folha, construída para melhorar o bem estar do morador, só que em Marte, longe da mercearia onde cresceu e envelheceu, longe dos vizinhos que conheceu, sempre para outro local onde as mesmas políticas pretendem resultados semelhantes.
Tal como o rio naturalmente desagua no mar, uma presidência eleita pelo povo para gerir uma cidade em prol do seu bem estar, produto de quem ainda reconhece democracia na palavra Democracia, revela-se num terrorismo urbanístico que alastra do Aleixo à Fontinha. Perante a passividade da esmagadora maioria desse mesmo povo, fecha escolas, infantários, parques infantis, centros sociais, porque têm poucos alunos, porque o investimento não se justifica, porque o pensamento livre incomoda. Mas na Es.Col.A do Alto da Fontinha, em pleno centro do Porto, nunca faltaram alunos e professores de todas as idades a quebrar o isolamento, a reaprenderem a viver unidos numa comunidade horizontal e verdadeiramente justa.
A luta pela Es.Col.A precisa da solidariedade de todos os que não dividem um povo em cidadãos de primeira e de segunda, os que, com o seu olhar sem fronteiras, percebem os interesses imobiliários que estão por detrás, justificados a bem de "receitas para uma cidade melhor", a bem da sua "internacionalização''. Chavões que ironicamente se aplicam à própria Es.Col.A, que se tornou internacional e é tida como um bom exemplo de vida e atitude comunitária, a cidade real e humana.
Indignada com tudo isto, a CasaViva lança aqui o apelo à união, à divulgação, à participação, ao envolvimento e enriquecimento pessoal nesta experiência cujo futuro também depende do teu apoio! Porque é também aqui que se joga a possibilidade de, passo a passo, irmos construindo um mundo decente nos escombros do que vamos, no mesmo processo, tornando obsoleto. E porque, enfim, é já tarde para deixar bem claro que nenhum poder pode decretar o fim do sonho.
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